Violência de Estado na região metropolitana do Rio de Janeiro?
Envie agora uma mensagem para o WhatsApp (21) 99670-1400. DefeZap analisa sua
denúncia e, junto com a Rede Colaborativa de Apuração e Documentação, organiza as
informações e evidências para enviá-las para os órgãos responsáveis.
Tudo com sigilo garantido.














O QUE É DEFEZAP


O DefeZap é um serviço de denúncias de violência de Estado na região metropolitana do Rio de Janeiro. Através do número de WhatsApp (21) 99670-1400 qualquer pessoa pode enviar denúncias de violência ilegal cometida por agentes públicos em serviço, como policiais, guardas municipais, militares, entre outros.

Enviando uma mensagem para DefeZap, a pessoa é orientada sobre o que fazer. As informações e evidências do caso são apuradas com ajuda da Rede Colaborativa de Apuração e Documentação antes de serem encaminhadas aos órgãos responsáveis. Você não precisa se identificar. Além disso, nossa equipe de jornalistas usa as informações obtidas para produzir informação sobre violência de Estado na cidade, sem identificar vítimas, testemunhas e denunciantes.





QUEM FAZ O DEFEZAP


Defezap é um projeto desenvolvido pelo Nossas, um laboratório de ativismo que atua no campo da política para fortalecer a potência das pessoas comuns e distribuir poder através de metodologia, tecnologia e oportunidades de ação.

O desenvolvimento inicial deste projeto foi financiado pela Open Society Foundation, instituição que patrocina projetos voltados para a defesa dos direitos humanos em todo o mundo. A manutenção atual do DefeZap é feita pelo Nossas, que não aceita dinheiro de governos ou partidos políticos.







PRIVACIDADE & SEGURANÇA


Ao enviar uma mensagem para o DefeZap, você não precisa se identificar. Fornecer seus contatos só é necessário caso queira acompanhar sua denúncia ou ser uma testemunha oficial das investigações. Há também outras hipóteses em que fornecer seus contatos seja necessário:


Você é vítima ou familiar?
Se sua resposta for SIM, podemos encaminhá-lo para assistência jurídica adequada para buscar indenização. Neste caso, se você fornecer seu contato, ele só será passado para os responsáveis por essa assistência jurídica.

Você conhece outras pessoas que testemunharam o ocorrido?
Se sua resposta for SIM, poderemos entrar em contato para conseguir mais elementos para o caso. Novas testemunhas podem ser decisivas. Não passaremos seu contato para mais ninguém.

Se a imprensa quisesse falar com você, você toparia falar sobre o que viu?
Se sua resposta for SIM, conversaremos sobre passar seu contato para outros jornalistas. Você não vai precisar se identificar na reportagem caso não queira.

Você toparia testemunhar pessoalmente na delegacia e nos tribunais?
Se sua resposta for SIM, vamos passar seu contato para os órgãos responsáveis pelas investigações, e é possível que você seja chamado como testemunha. Você poderá contar com DefeZap para tirar dúvidas e acompanhar o seu caso.

Você deseja saber o que será feito com as evidências que você está enviando?
Se sua resposta for SIM, vamos te avisar para onde as evidências foram encaminhadas e a cada novidade que soubermos do caso, te mandaremos notícias. Não vamos divulgar seu contato para ninguém.

Nunca repassaremos seus contatos fora dos padrões descritos acima e sem sua autorização expressa.








SEJA UM VOLUNTÁRIO DA REDE COLABORATIVA DE APURAÇÃO E DOCUMENTAÇÃO DE VIOLÊNCIA DE ESTADO NO RIO DE JANEIRO



   Participando dessa rede, você poderá colaborar para elucidar casos, através de pesquisa e apuração de dados. Já somos mais de 200 mobilizados em toda a região metropolitana.

   Para participar, você será convidado para atividades de formação em segurança pública e direitos humanos.

   Você será convidado a participar de ações de divulgação
do DefeZap em toda região metropolitana do Rio de Janeiro.

   Nenhum voluntário terá seu nome exposto ou divulgado publicamente.

Quer Participar?

COORDENAÇÃO DEFEZAP
Guilherme Pimentel 


COMUNICAÇÃO DEFEZAP

Lana Souza

COMITÊ TÉCNICO


Daniel Sarmento
Constitucionalista da Uerj

Ignácio Cano
Pesquisador do LAV Uerj

Itamar Silva
Diretor do Ibase

Julita Lemgruber
Pesquisadora do CESeC

Maria Laura Canineu
Diretoria da Human Rights Watch no Brasil

MC Leonardo
Cantor de funk e membro da Apafunk

Pedro Strozemberg
Pesquisador do Iser e ouvidor da Defensoria Pública

Robert Muggah
Pesquisador do Instituto Igarapé

Sylvia Moretzsohn
Jornalista e professora da Uff

Vinícius George
Delegado de polícia











     

comunicacao@defezap.org.br